Original Electro Groove - 1º Edição do Concurso de Música Moderna "+ Musica" Loulé
Ano: 2005
João Melro - Bateria
Tiago Rego - Percussão
Bruno Manso
- Baixo
Mauro Amaral - Guitarra e Voz
Vitanga - Guitarra e Voz
André Capela - Saxofone
Poeira - Scratch
Leon Baldesberger - Trompete
" Mopho nasce em Faro, no ano de 2008, no entanto só em 2010 se iniciam nos espectáculos ao vivo.
Com uma formação que integra elementos de forte experiência musical, provenientes de algumas das melhores bandas algarvias, Mopho apresenta uma sonoridade coesa e madura, que se integra nos domínios do Rock/Post-Rock, envolvido com fortes elementos orquestrais e electrónicos.
Em Junho de 2013 editam o seu primeiro trabalho homónimo, fruto de um apurado trabalho de composição e produção, que teve as misturas a cargo de Miguel Carvalho, produtor de Sam Alone, Digamma, Prayers of Sanity, Mindlock, Devil in Me, nos estúdios Dalma Productions.
Este trabalho era aguardado com muita expectativa, quer pela banda, quer mesmo pelos seus fans, dos quais tem recebido os maiores elogios, o que reflecte a seriedade do trabalho desenvolvido pela banda. A Perfect Circle, Faith No More, Placebo, são algumas das influências musicais deste quinteto que se estreia agora no mercado discográfico com um trabalho recheado de temas rock, intensos e de forte carga emocional, que certamente não passarão despercebidos do grande público. "
Foi no Palácio do Tenente em Faro que foi apresentado o novo video da musica "Jardim do Fim" que faz parte do trabalho "O Pulsar da Matilha" editado no final de 2012.
Sofrendo uma alteração do guitarrista João Vargues por Filipe Cabeçadas, mantendo-se o resto da formação.
São dois amigos de longa data, quase familiares, e por isso mesmo os FENOID existem porque tinham de existir. Trinchas e Gefits, são os nomes sociais dos dois elementos pertencentes aos FENOID. O destino foi implacável e orientou as escolhas musicais, técnicas, pessoais e até as próprias vidas individuais de modo a criar os FENOID.
O Trinchas participou em inúmeros projetos musicais, entre eles, os Nostrodamos/ Imune, os 100Nom, os Apart, os Catalépsia, os Nada, os Take Take My Beautiful e ao longo de vários anos participa ativamente na cultura da região onde vive, embora também tenha levado a sua música para outras zonas do país, incluindo os Açores, mantendo assim a sua forma de estar nesta área artística.
O Gefits, baterista desde jovem, continua nos FENOID na área da percussão, ritmos e efeitos sonoros. Fez parte dos Nome, dos Nostrodamos/ Imune, dos Jamaniacs e dos oLudo e por vezes atua numa vertente jazzística por diversos palcos da região com músicos das mais variadas áreas de arte.
Um duo de música eletrónica que cria ambientes libertos de cânones musicais e formais. De um lado, originais computorizados e do outro lado sons originais “disparados” humanamente. Sem regras de composição à procura do que gostam de fazer. Música aleatória, ambientes diversos, dispersos, sensações sonoras e momentos sonoros.
Os resultados obtidos pelo surgimento desta técnica criativa que os FENOID utilizam foram o clique para avançarem para mais e melhor. Uma nova capacidade de atuação, uma situação útil e quase dinamizadora das vidas envolvidas que sentiram o abalo da oportunidade de criarem música como nunca fizeram.
Há uma surpresa contínua e uma cumplicidade variável entre os elementos.
Como projeto musical evoluem para uma constante incerteza com base eletrónica, sendo essa a norma que os torna diferentes. Pessoas com larga experiência em bandas rock e pop e todas as aventuras que isso proporciona. Situações de grande diversidade, tanto em ensaios, concertos pelo país todo, telediscos, entrevistas e toda a parte administrativa de um grupo.
Os conhecimentos que acompanham os FENOID provam a sua independência a nível criativo, formal e teórico e deixam uma larga margem de manobra para as suas divagações.